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Vale a pena investir em mercados globais AGORA? Entenda o movimento do Nasdaq, Bitcoin e Ibovespa

Os mercados globais seguem vivendo um dos momentos mais contrastantes dos últimos anos. Enquanto o Nasdaq continua renovando máximas históricas impulsionado pelo avanço da inteligência artificial, o Ibovespa entra em uma correção relevante, o Bitcoin perde força e investidores começam a questionar se Wall Street está se aproximando da formação de um topo.
Nesse contexto, entender como investir em mercados globais se torna ainda mais importante para quem busca diversificação e uma visão estratégica de longo prazo. Afinal, movimentos tão distintos entre os principais ativos do mundo costumam abrir oportunidades que muitos investidores deixam passar.
Esses foram os principais destaques do novo Review Global de Mercado apresentado por Rodrigo Cohen, apresentador convidado da Zero Markets Brasil, que analisou os fatores por trás desse cenário e os possíveis caminhos para os investidores nos próximos meses.
Nasdaq continua forte e mantém viés de alta
Mesmo após algumas sessões de realização, o Nasdaq segue sendo o principal destaque dos mercados globais.
Segundo Cohen:
o índice continua sustentado pelo setor de tecnologia;
a inteligência artificial permanece como principal motor das bolsas americanas;
o movimento de alta ainda não mostra sinais claros de esgotamento.
Tecnicamente, o índice segue trabalhando acima de regiões importantes de suporte e pode buscar novos recordes caso mantenha o fluxo comprador atual.

S&P 500 faz topo histórico, mas investidores ficam atentos
O S&P 500 também segue próximo das máximas históricas. No entanto:
o índice apresentou sinais de correção no curto prazo;
as incertezas sobre o conflito entre Estados Unidos e Irã continuam trazendo volatilidade;
investidores acompanham atentamente os próximos dados econômicos americanos.
Segundo Cohen, o mercado ainda mantém viés positivo, mas já opera em níveis que exigem maior cautela.

Ibovespa entra em correção e perde força
Enquanto o mundo sobe, o Brasil segue na direção oposta.
O Ibovespa:
acumula correção relevante após uma forte alta iniciada em outubro;
já devolveu parte significativa dos ganhos recentes;
continua sofrendo com saída de capital estrangeiro e realização de lucros.
Segundo Cohen:
“Enquanto muitos investidores ficam animados quando tudo sobe, os melhores pontos normalmente aparecem quando o mercado corrige.”
O analista destaca que momentos de queda costumam gerar oportunidades em empresas sólidas para investidores de longo prazo.

Alemanha entra em compasso de espera
O índice DAX, principal índice da Alemanha, segue próximo de regiões importantes.
Segundo Cohen:
o mercado alemão continua lateralizado;
investidores aguardam novos catalisadores;
uma eventual melhora do cenário global pode destravar um novo movimento de alta.
Por enquanto, o índice permanece em fase de consolidação.

Ouro perde direção e entra em consolidação
Após fortes movimentos nos últimos meses, o ouro passou a operar de forma lateral.
O ativo:
testa regiões importantes de suporte;
permanece preso em uma formação triangular;
aguarda um novo gatilho para definir tendência.
Segundo Cohen, neste momento o ouro opera sem direção clara, refletindo a incerteza dos mercados globais.

Dólar também entra em zona de indefinição
O índice do dólar (DXY) apresenta comportamento semelhante ao do ouro.
Segundo a análise:
o ativo permanece lateral;
não há tendência dominante no curto prazo;
o comportamento da guerra e da política monetária americana seguirá sendo decisivo.
O mercado continua monitorando os próximos passos do Federal Reserve.

Japão segue como um dos grandes vencedores de 2026
Um dos destaques mais fortes continua sendo o índice Nikkei.
Segundo Cohen:
o mercado japonês acumula alta superior a 30% no ano;
segue renovando máximas importantes;
continua sendo um dos maiores beneficiados pelo ciclo global de tecnologia.
Enquanto diversas bolsas enfrentam correções, o Japão mantém uma das melhores performances entre os grandes mercados globais.

Petróleo volta a ganhar força
O petróleo Brent voltou a apresentar recuperação após encontrar suporte em regiões importantes.
Segundo Cohen:
a guerra continua sendo o principal fator de influência;
o mercado ainda trabalha com risco geopolítico elevado;
o fechamento do Estreito de Hormuz segue sendo acompanhado pelos investidores.
Enquanto não houver uma solução definitiva para o conflito, a volatilidade deve permanecer elevada.

Bitcoin entra em correção e pode testar novas mínimas
Um dos movimentos mais comentados da semana aconteceu no mercado de criptomoedas.
Segundo Cohen:
o Bitcoin acelerou sua correção;
a venda realizada por Michael Saylor chamou atenção do mercado;
o ativo segue pressionado tecnicamente.
O analista acredita que o Bitcoin ainda pode buscar níveis inferiores antes de formar uma nova tendência de alta consistente.

Atenção para os indicadores da semana
O foco dos mercados agora se volta para os dados econômicos dos Estados Unidos.
Os principais eventos são:
Quarta-feira
Relatório ADP de emprego privado (9h15)
Sexta-feira
Payroll (relatório oficial de emprego dos EUA)
Segundo Cohen:
“Primeira semana do mês sempre mexe muito com os mercados.”
Esses indicadores costumam gerar forte volatilidade em bolsas, dólar, juros e commodities.
Para que você fique ligue essa semana sobre investir em mercados globais
Em resumo, o cenário atual reforça a importância de investir em mercados globais com uma visão ampla e estratégica. Afinal, os principais ativos do mundo estão seguindo direções bastante diferentes, criando riscos e oportunidades ao mesmo tempo.
De um lado, o Nasdaq segue renovando máximas históricas, o Japão lidera os ganhos entre os grandes mercados globais e a inteligência artificial continua sustentando boa parte do otimismo em Wall Street.
Por outro lado, o Ibovespa passa por uma correção relevante, o Bitcoin demonstra perda de força, o petróleo permanece sensível aos desdobramentos geopolíticos e tanto o ouro quanto o dólar seguem operando sem uma tendência claramente definida.
Diante desse cenário, a diversificação internacional ganha ainda mais relevância para investidores que desejam reduzir a dependência de um único mercado e ampliar suas possibilidades de exposição a diferentes ciclos econômicos.
Segundo Rodrigo Cohen, os próximos movimentos dos mercados dependerão principalmente de três fatores: a evolução do conflito no Oriente Médio, os dados de emprego dos Estados Unidos e o posicionamento dos principais bancos centrais nas próximas decisões de juros.
Quer entender em detalhes como esses fatores podem impactar seus investimentos e onde podem surgir as melhores oportunidades nos próximos meses? Assista ao vídeo completo no canal da Zero Markets Brasil no YouTube e acompanhe a análise completa de Rodrigo Cohen sobre o cenário global.
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