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Mercado em Semana Decisiva de Juros: S&P 500, Ibovespa e Bitcoin no Fio da Navalha!

O mercado em semana decisiva de juros começou em compasso de espera, com ativos chave roçando pontos técnicos que podem explodir os próximos movimentos. Nos EUA, S&P 500 e Nasdaq piscam sinais de alta explosiva. No Brasil, Ibovespa busca fôlego após correção brutal. Ouro perde fôlego, petróleo treme com a guerra, e Bitcoin divide: crash ou boom?
No review semanal da Zero Markets Brasil, Rodrigo Cohen, trader pro e analista top, alerta: foque nos gráficos & no calendário econômico AGORA!
“Tem semanas que o mercado em semana decisiva de juros anda no impulso. Outras esperam o gatilho das decisões grandes para virar o jogo. Essa é UMA DELAS!”, dispara Cohen.
Não fique para trás: ajuste sua estratégia antes do FED, SELIC e guerra ditarem o rumo. Continue lendo…
Mercado em Semana Decisiva de Juros: entenda isso primeiro.
No mercado em semana decisiva de juros, antes de mirar nos ativos quentes, Cohen martela a ideia central: não existe um único melhor investimento para todas as pessoas.
Segundo o trader pro, a escolha explode em precisão com esses fatores chave:
Perfil de risco: Conservador ou agressivo?
Prazo do investimento: Curto prazo ou longo?
Objetivo financeiro: Renda extra ou aposentadoria?
Tolerância à volatilidade: Aguenta FED, SELIC e guerra?
Preferência Brasil ou exterior: Ibovespa ou S&P 500?
Em resumo: no mercado em semana decisiva de juros, o melhor investimento ignora o "gráfico bonito" e foca no seu momento de vida. Personalize ou perca!
Ibovespa tenta reação e pode mirar máximas novamente
No mercado brasileiro, o Ibovespa aparece em um ponto importante. Segundo a leitura gráfica apresentada por Cohen, o índice vem respeitando uma região de fundo e agora testa uma estrutura que pode indicar continuidade de alta.
Ele chama atenção para uma figura clássica da análise técnica conhecida como bandeira. De forma simples, é quando o mercado sobe, faz uma pausa organizada e depois tenta retomar a alta.

A lógica é a seguinte:
se romper a parte de cima dessa formação, pode ganhar força;
Se falhar novamente, pode voltar a corrigir.
Na visão de Cohen, o Ibovespa está justamente nesse momento de decisão.
Semana tem “superquarta” e juros podem mexer com tudo
O principal evento da semana é a chamada superquarta, quando Brasil e Estados Unidos divulgam suas decisões de juros.

Nos Estados Unidos
A expectativa majoritária é de manutenção dos juros, mas isso não é o mais importante. O mercado já praticamente espera esse resultado. O que realmente pode mexer com os preços é o tom do discurso do Federal Reserve e suas projeções para as próximas reuniões.
No Brasil
A expectativa predominante é de uma redução de 0,25 ponto percentual na Selic, saindo de 15% para 14,75% ao ano. Mas o mercado em semana decisiva de juros também quer saber o que vem depois.
Cohen chama atenção para o dilema:
- se a guerra seguir pressionando o petróleo;
- se o petróleo continuar contaminando inflação;
- se os preços seguirem altos;
Então o Banco Central pode ficar mais cauteloso na hora de cortar juros.
Ou seja: a decisão desta semana importa, mas a mensagem sobre o futuro importa ainda mais.
S&P 500 e Nasdaq testam média importante
Nos Estados Unidos, tanto o S&P 500 quanto o Nasdaq voltaram a tocar a chamada média móvel de 200 períodos, um dos pontos mais observados por analistas técnicos.
Para o público leigo, essa média funciona como uma referência muito relevante de tendência. Quando o mercado encosta nela, muita gente passa a observar se aquele ponto será:
um suporte para nova alta;
ou uma resistência antes de nova queda.
Cohen lembra que a última vez que o S&P 500 tocou essa média, em 2025, o índice depois subiu mais de 20%. No Nasdaq, o movimento seguinte passou de 30%. Isso não garante repetição, mas mostra por que o momento atual chama tanta atenção.


Ouro perde força e entra em fase lateral
Depois de um período forte de valorização, o ouro agora mostra um comportamento mais travado.
Segundo Cohen, o metal entrou em uma fase de lateralização, ou seja, sem direção muito clara. Isso acontece porque boa parte da busca por proteção já ocorreu anteriormente, principalmente por causa da guerra e do medo global.

Se o cenário geopolítico melhorar, o ouro pode realizar parte dos ganhos. Se a tensão voltar a aumentar, ele pode ganhar nova força. Por enquanto, o mercado parece esperar novos fatos antes de escolher um lado.
Petróleo continua perigoso para quem quer antecipar movimento
O petróleo segue como um dos ativos mais sensíveis do momento. Cohen admite que o ativo chegou a despertar vontade de venda, mas faz o alerta clássico: petróleo é um mercado que pode virar muito rápido, principalmente em contexto de guerra.
Ele observa que o preço ainda carrega movimentos fortes recentes e deixou espaços gráficos importantes em aberto. Para o investidor leigo, o resumo é simples:
se a tensão geopolítica cair, o petróleo pode devolver parte da alta;
se a guerra piorar, ele pode voltar a subir forte.
Por isso, continua sendo um dos ativos mais dependentes de manchete.
Bitcoin divide o mercado: 45 mil ou nova pernada de alta?
No caso do Bitcoin, Cohen mostra que o ativo fez um movimento técnico relevante e agora vive um momento de dúvida.
De um lado, há espaço para correção mais forte, com possibilidade de voltar para a região dos 45 mil dólares. De outro, o mercado cripto sempre carrega a chance de retomadas rápidas quando volta o apetite por risco.
A leitura central é que o Bitcoin está em uma região em que o investidor precisa ter mais cautela com convicções exageradas.
“Tem hora que o mercado não está te dando resposta. Está te fazendo pergunta.”
Dólar e Alemanha também entram no radar
Além dos ativos mais conhecidos, Cohen também chama atenção para dois pontos adicionais:
Dólar global
O índice do dólar ganhou força nas últimas semanas, muito impulsionado pelo ambiente de guerra e incerteza. Agora, começa a mostrar sinais de correção e pode entrar em fase de decisão sobre continuidade ou recuo.

Bolsa da Alemanha
A Alemanha voltou a testar a média móvel de 200 períodos, após ter perdido esse nível. Isso torna o índice europeu mais um mercado importante para observar, já que pode sinalizar se a Europa voltará a ganhar tração ou continuará pressionada.

Conclusão
Para Rodrigo Cohen, o investidor entra em uma semana em que o mercado está claramente aguardando sinais mais fortes. Os ativos já começam a se posicionar, mas a definição maior depende de:
juros nos Estados Unidos;
juros no Brasil;
discurso dos bancos centrais;
andamento da guerra;
comportamento do petróleo.
O recado final é direto: este não é um momento de achar que o mercado já deu a resposta. É um momento de entender quais são as perguntas certas.
“Quando o mercado encosta em pontos importantes, a pressa costuma custar caro. Primeiro observa. Depois decide.”.
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