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Crise Global? Entenda por que as Bolsas de Valores e o Bitcoin estão em queda e Dólar ganha força

A última semana foi marcada por uma combinação rara de fatores negativos para os mercados globais, gerando um forte clima de aversão ao risco entre os investidores. Com efeito, a escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio provocou quedas expressivas nas principais bolsas de valores americanas, o que também acabou pressionando o mercado de criptomoedas e desencadeando uma forte correção no Bitcoin. 

Por outro lado, esse cenário de incerteza fortaleceu o dólar globalmente, visto que muitos buscaram refúgio na moeda norte-americana, e, consequentemente,trouxe uma volatilidade extrema para praticamente todas as classes de ativos e commodities. Em suma, esses foram os destaques centrais do novo Review Global de Mercado apresentado pelo analista convidado Rodrigo Cohen na Zero Markets Brasil, que detalhou como proteger o patrimônio diante deste cenário instável.


Guerra volta ao centro das atenções e faz Bolsas de Valores despencarem

O principal fator que movimentou os mercados foi novamente a guerra no Oriente Médio. Segundo Cohen:

  • novos ataques envolvendo Irã, Israel e Líbano aumentaram a aversão ao risco;

  • os investidores buscaram proteção;

  • os mercados reagiram com forte volatilidade.

O cenário continua cercado de incertezas e qualquer novidade no conflito segue influenciando diretamente bolsas, moedas e commodities.


S&P 500 sofre forte correção

O S&P 500 registrou uma das semanas mais negativas dos últimos meses.

Segundo a análise:

  • o índice caiu aproximadamente 3% na semana;

  • a queda foi impulsionada principalmente pelo aumento das tensões geopolíticas;

  • apesar da correção, o mercado já começou a mostrar sinais de recuperação nos primeiros pregões seguintes.

Na visão de Cohen, caso o cenário internacional se estabilize, o índice ainda possui potencial para voltar a testar máximas importantes.


Nasdaq tem uma das maiores quedas recentes

O setor de tecnologia também sentiu o impacto.

O Nasdaq:

  • chegou a registrar queda superior a 5% em apenas um pregão;

  • sofreu com a fuga global de ativos de risco;

  • continua extremamente sensível às notícias vindas do Oriente Médio.

Apesar disso, Cohen destaca que o ambiente estrutural para tecnologia continua favorável, especialmente com a expectativa de novos IPOs relevantes no setor.


OpenAI, SpaceX e Anthropic movimentam o mercado

Mesmo em meio à correção, o mercado continua acompanhando possíveis aberturas de capital de gigantes da tecnologia.

Entre os nomes citados estão:

Segundo Cohen, o mercado poderá viver uma nova onda de IPOs ligados à inteligência artificial e inovação tecnológica.


Ibovespa testa suporte importante

No Brasil, o movimento também foi negativo. O Ibovespa:

  • acumula queda próxima de 15% desde suas máximas históricas;

  • já atingiu a região da média móvel de 200 períodos;

  • opera em uma zona técnica considerada decisiva.

Segundo Cohen, os investidores devem observar se o índice consegue formar um fundo antes de retomar uma tendência de alta mais consistente.


Ouro perde força após meses de alta

Um dos movimentos que mais chamou atenção foi a queda do ouro.

Após uma longa tendência de valorização, o metal:

  • perdeu suportes importantes;

  • rompeu formações gráficas relevantes;

  • passou a trabalhar abaixo de regiões técnicas observadas pelo mercado.

Segundo Cohen, o ouro entrou em uma fase de correção mais profunda e ainda pode buscar níveis inferiores antes de encontrar suporte consistente.


Dólar ganha força globalmente

Enquanto bolsas e commodities sofriam, o dólar voltou a atrair investidores.

O índice DXY:

  • rompeu formações importantes;

  • registrou uma das maiores altas recentes;

  • voltou a ser procurado como ativo de proteção.

Segundo a análise, o fortalecimento do dólar pode continuar caso o cenário geopolítico permaneça instável.


Japão continua surpreendendo

Apesar da turbulência global, o mercado japonês segue sendo um dos destaques de 2026.

O índice Nikkei:

  • permanece próximo das máximas históricas;

  • mantém tendência estrutural de alta;

  • continua atraindo investidores globais.

Segundo Cohen, o Japão segue apresentando uma das melhores relações entre risco e oportunidade entre os grandes mercados globais.


Petróleo devolve parte da alta

Após disparar com a guerra, o petróleo começou a devolver parte dos ganhos.

O Brent:

  • fechou gaps importantes;

  • perdeu força com expectativas de maior estabilidade no conflito;

  • ainda segue extremamente dependente das notícias sobre o Estreito de Hormuz.

Segundo Cohen, enquanto houver incerteza geopolítica, o petróleo continuará sendo um dos ativos mais voláteis do mercado.


Bitcoin entra em forte correção

O mercado de criptomoedas viveu uma semana especialmente difícil.

Segundo Cohen:

  • o Bitcoin caiu aproximadamente 14% na semana;

  • voltou a operar abaixo de importantes referências técnicas;

  • continua pressionado pelo aumento da aversão ao risco.

O analista acredita que o ativo ainda pode buscar níveis inferiores antes de formar um fundo consistente.


Movimento de Michael Saylor gera debate

Outro tema que ganhou repercussão foi a movimentação envolvendo Michael Saylor.

Segundo Cohen, o mercado passou a discutir se a venda de parte das posições da empresa teria contribuído para acelerar a correção recente do Bitcoin.

A hipótese levantada por investidores é que a movimentação possa ter sido parte de uma estratégia para recompras futuras em níveis mais baixos.

O que observar nas próximas semanas? Segundo Rodrigo Cohen, os investidores devem acompanhar especialmente:

  • Geopolítica: evolução do conflito entre Irã, Israel e Líbano.

  • Dólar: manutenção ou não do movimento de valorização global.

  • Bitcoin: comportamento próximo às regiões de suporte.

  • Bolsas americanas: possível retomada da tendência de alta caso o cenário internacional melhore.

  • Ouro: confirmação ou não de uma correção mais profunda.

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Opções de Título para a Conclusão

  • Opção 1 (Direta e SEO-Focused): Conclusão: O Impacto da Guerra nas Bolsas de Valores e o Futuro dos Mercados

  • Opção 2 (Gatilho de Atenção): Conclusão: Para Onde Vão as Bolsas de Valores Diante da Crise Global?

  • Opção 3 (Foco em Análise/Autoridade): Considerações Finais: O Rumo das Bolsas de Valores Segundo Rodrigo Cohen


Conclusão: O impacto da guerra nas Bolsas de Valores e o futuro dos mercados

Em suma, o cenário macroeconômico global segue estritamente dominado por profundas incertezas geopolíticas. Portanto, o investidor precisa ligar o sinal de alerta e acompanhar de perto os desdobramentos internacionais, visto que o mercado já começou a precificar o risco.

Enquanto isso, o lado de alerta do mercado mostra que:

  • ⚠️ O índice S&P 500 opera em forte correção;

  • ⚠️ A Nasdaq sofre uma queda expressiva com a realização de lucros;

  • ⚠️ O Bitcoin também entra em uma correção relevante no curto prazo;

  • ⚠️ O Ouro perde força momentaneamente como ativo de proteção;

  • ⚠️ O Dólar se fortalece globalmente frente às principais divisas.

Por outro lado, existem janelas de oportunidade que merecem atenção:

  • ✅ O mercado do Japão continua operando próximo dos seus recordes históricos;

  • ✅ O setor de tecnologia segue atraindo o interesse de investidores focados no longo prazo;

  • ✅ A expectativa de novos IPOs pode voltar a movimentar as bolsas de valores nos próximos meses.

Em conclusão, de acordo com a análise de Rodrigo Cohen, o comportamento e a evolução dos conflitos geopolíticos continuarão sendo o principal catalisador para definir o rumo dos mercados no curto prazo. Dessa forma, manter a diversificação patrimonial e a cautela será o divisor de águas entre o lucro e o prejuízo nas bolsas de valores mundiais ao longo das próximas semanas.

Assista o vídeo completo dessa análise no canal da ZERO Markets Brasil no Youtube.

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